15.3.15

Divergente - Veronica Roth



Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em 5 facções: Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.


I'm back!! E voltei com um livro que me pegou desprevenida, literalmente. Há alguns anos ouço falar sobre a série Divergente (são 3 livros - Divergente, Insurgente e Convergente + o livro do 4) porém nunca havia sentido vontade de ler, no final do ano passado, uma amiga viu o filme e me questionou se eu tinha os livros pra emprestar, como não tinha ela comprou e me manteve informada sobre os acontecimentos me instigando a ler e dividir essa viagem com ela. Bom, comprei o filme e mesmo assim levei 3 meses até assisti-lo, mas quando rolaram os créditos finais pode-se dizer que pirei, procurei pelo tio Google a fora tudo o que podia sobre a série, vi o trailer da continuação que sai agora dia 19/03, que irei assistir no cinema com aquela amiga viciada e comprei os livros, antes tarde do que nunca, é o que eu digo!!

Vamos a história, ela é um pouco difícil de explicar, mas parte da premissa onde a Chicago do futuro é uma cidade/estado fechada, na qual os cidadãos realmente não fazem ideia do que está além do muro, eles apenas sabem que é perigoso. Dentro destas cidades, a humanidade está dividida em cinco facções (não essas que assistimos no JN não, de outro tipo), com bases nos imperativos morais.




Nossa heroína, Tris, nasceu na abnegação mas quando ela faz 16 anos é submetida a um teste para escolher em qual facção melhor se adequará e viverá o resto de sua vida. O resultado do teste é uma surpresa, e a faz questionar tudo o que ela já sabia sobre si e sobre a facção na qual cresceu. Durante a cerimônia de escolha das facções, Tris escolhe a opção mais incomum, que a leva para longe da sua família e a um desconhecido cheio de surpresas. Durante seu treinamento de iniciação, no qual ela descobre que a sociedade não é tão harmoniosa como uma vez ela acreditou, torna-se imperativo ela esconder o segredo do seu teste de aptdão. Em um primeiro momento nem ela saberá o poder que tem, mas assim que ela assimila o que ela realmente é, sua vida passa a correr perigo, é a partir dai que a emoção começa!! Corridas a trens, pular de prédios, sem saber o que lhe espera lá embaixo se bem que com o que ela encontrou eu também pularia, lutas e uma escolha, se adequar aquilo que pensam ser o correto ou ir em busca da verdadeira liberdade?

O livro traz um universo distópico super interessante, com muitas reviravoltas e o mais importante a autora conseguiu não se prender ao romantismo para forçar uma trama, isso nós fizemos sozinhos, lendo e torcendo pela Tris e o Four!  


Quando leio um novo autor, sempre faço uma pesquisa pra descobrir como ele me fez viciar tanto em algumas palavras que tudo o que faço é pensar e lembrar sobre elas as vezes por semanas. A primeira coisa que me chamou a atenção sobre a Veronica é que ela tem 26 anos, mais nova que eu, casada com um fotógrafo, é formada em escrita criativa meu sonho e seu primeiro livro foi realmente Divergente que foi publicado só em 20 países e vendeu quase nada, somente 26 milhões de exemplares.



          Fiquem com o trailer para terem um gostinho do que se trata realmente esse livro. ;)




Volto essa semana, com a minha piração pela sequência Insurgente.


                                                                                    Até a próxima!
                                                                                           Beijos
                                                                                          Rê Mota


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